Cinepoema Rébus no Q21

A sessão Cinepoema Rébus acontecerá como parte dos eventos relacionados a exposição Welt Kompakt, coletiva com trabalhos de artistas brasileiros, com curadoria de Ursula Probst, em cartaz no frei_raum Q21, em Viena. Para a exposição, apresentei uma instalação composta de uma série de desenhos, um vídeo e uma banquinha publicações independentes, além da Rébus*. No dia 16 de agosto, haverá uma visita guiada à exposição com a curadora, seguida da sessão Cinepoema Rébus, com filmes feitos por artistas e poetas brasileiros que participam da edição mais recente da Rébus, a ed.8, e de uma conversa comigo sobre o meu trabalho e o dos meus caros colaboradores sobre nossas práticas coletivas (ações e intervenções).

Programa:

Nefelibata (2015) 4´, Claudia Hersz

A Casa do Medo (2017) 5´, Thais Medeiros

ISLE (2016) 1´50´´, Gab Marcondes e Elisa Pessoa

Y es la imagen – A Adolfo Bernal (2015) 20´´, Wallace Masuko

A Grande Loja (2008) 2´50´´, Maya Inbar

OCE – Offer (2013) 4´, Alessandra Vaghi

Lá vem a direção / Oi Cat (2017) 5′, Gabraz, música de Tantão & Os Fita.

Cinepoema Rébus – 16 de agosto às 18 hrs no frei_raum Q21, entrada livre

Mais sobre a sessão no site do Q21: http://www.q21.at/en/program/c/programmdetail/thais-medeiros-cinepoem-rebus-session-1/ e http://www.mqw.at/en/program/c/programmdetail/thais-medeiros-cinepoem-rebus-session-1/

*Participam da banquinha a Editora Fada Inflada e os artistas Alex Hamburger, Caroline Valansi, Cláudia Hersz, Daniela Mattos, Dri Simões, Elaine Pauvolid, Fabíola Trinca, Joana Traub Cseko, Gab Marcondes, Kadija de Paula, Fabíola Trinca, Marie Carangi, Ozório Trio, Rodrigo Quintanilha, Tatiana Dager, Tantão, Viviane Gueller, Yann Beauvais; e da Rébus 8: Alê Souto, Alessandra Vaghi, Claudia Hersz, Gab Marcondes, Icaro dos Santos, Lu Briotto, Luiza Leite, Mark Philipp, Maya Inbar, Michelle Sommer, Rosane Carneiro, Tatiana Podlubny, Virna Teixeira, Wallace Masuko.

+ info https://rebuspress.wordpress.com/2017/06/21/welt-kompakt-opening-june-22-7-10pm-june-23-september-3-2017/

 

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WELT KOMPAKT? Opening: June 22, 7–10pm / June 23–September 3, 2017

This gallery contains 8 photos.

WELT KOMPAKT? frei_raum Q21 exhibition space/MuseumsQuartier Wien  *scroll down for english version* A instalação da Rébus na exposição Welt Kompakt conta com uma banquinha de publicações e a partipação de artistas do Brasil – a  Rébus Straßenstand, além de desenhos e um vídeo … Continue reading

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Rébus at City Lights Bookstore

A Rébus está a venda na City Lights Bookstore, é tão bom estar nas prateleiras dessa livraria maravilhosa!

Rébus is on sale at City Lights Bookstore, it’s so great to be on the shelves of this amazing bookshop!

http://www.citylights.com/

Rebus_CityLights

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Exposição da Rébus 8 no Cosmos

Exposição da edição Rébus 8 com Alê Souto, Alessandra Vaghi, Claudia Hersz, Gab Marcondes, Icaro dos Santos, Lu Briotto, Luiza Leite, Maya Inbar, Rosane Carneiro, Tatiana Podlubny, Thais Medeiros, Wallace Masuko (& Adolfo Bernal).

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Rébus Straßenstand – Fluc, Viena

Tem duas coisas que eu gosto especialmente quando monto a banquinha da Rébus e mostro os trabalhos dos amigos e colaboradores: uma é a sensação de estar junto, outra é sentir que a pessoa para quem falo sobre os trabalhos sente o prazer das ideias representadas ali naqueles impressos. Na instalação montada na exposição Der Geschmack des Individuellen, com curadoria da Ursula Maria Probst, além de ter a banca, mostrei os videos de edições passadas da Rébus: “A Debutante” e “Negócio do Diabo”. Para fechar, incorporei minha persona DJ Miss Seda. O Fluc é um club underground dedicado a arte, performances e música, bastante sensacional e também um dos  mais importantes projetos culturais alternativos de Viena. Foi tudo muito bom e divertido!!

O nome Rébus Straßenstand faz referência aos camelôs do Rio de Janeiro. A base, que é um clássico da Carioca, foi feita pelo Itamar da Barraca. Participam da banquinha as Editoras Voadora e Fada Inflada, além dos impressos de Alex Hamburger, Caroline Valansi,Cláudia Hersz, Daniela Mattos, Dri Simões, Elaine Pauvolid, Fabíola Trinca, Gab Marcondes, Kadija de Paula, Fabíola Trinca, Ozório Trio, Rodrigo Quintanilha,Tatiana Dager, Tantão, Viviane Gueller, Yann Beauvais. Gostaria de agradecer mais uma vez aos colaboradores da última edição, a Rébus 8: Alê Souto, Alessandra Vaghi, Claudia Hersz, Gab Marcondes, Icaro dos Santos, Lu Briotto, Luiza Leite, Mark Philipp, Maya Inbar, Michelle Sommer, Rosane Carneiro, Tatiana Podlubny, Virna Teixeira, Wallace Mazuko.

http://www.fluc.at/

Der Geschmack des Individuellen + TRANSCULTURAL EMANCIPATION: Iris Andraschek, Veronika Burger, Marie Carangi, Michael Gumhold, Claudia Larcher. Thais Medeiros, Jakob Neulinger, Jianan Qu + Viltė Svarplytė, Denise Palmieri, Steffi Parlow, Vocal Naps (Patricia Bustos, Karin Diaz, Anne Glassner, Nicole Krenn, Barbara Pfeiffer, Mona Rabofsky, Fred Riegler, Hartwig Hermann) in Kooperation mit Alfred Lenz und Gernot Fischer-Kondratovitch.

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To the Moon

Art thou pale for weariness

Of climbing heaven and gazing on the earth,

Wandering companionless

Among the stars that have a different birth, – 

And ever changing, like a joyless eye 

That finds no object worth its constancy?  

(Percy Bysshe Shelley y Botero)

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Rébus 8 Em breve!

Rebus8_Divulgacao_bx.jpgEsta edição da Rébus apresenta o diálogo entre artistas e poetas contemporâneos e as publicações Signals Newsbulletin, editadas por Paul Keeler e David Medalla, em Londres, nos anos 1964-66. Esses ‘boletins’, em formato de tablóide, traziam a cada número matérias sobre arte e poesia de diversos lugares do mundo, além de dar destaque aos artistas participantes de exposições individuais ou coletivas na galeria Signals, cujo diretor era também o Paul Keller. Chama atenção, ao folhear essas edições, a quantidade de poemas publicados na língua original: francês, espanhol, português, grego, e a quantidade de traduções de escritos de arquitetos, cientistas, pensadores. Os críticos Guy Brett e Jean Clay faziam parte do círculo editorial e foram, assim como David Medalla, muito importantes para a divulgação da arte brasileira fora do Brasil – especialmente nos anos 60. Guy Brett, por exemplo, chegou a publicar nesse jornal com o pseudônimo de Gerald Turner um artigo sobre Sérgio Camargo (ed. 5, 1964). Lygia Clark e Sergio Camargo foram os primeiros artistas brasileiros a ter destaque na publicação, mas Hélio Oiticica, Mira Schendel e tantos outros também tiveram artigos dedicados as suas obras.

Colaboraram nessa edição: Alê Souto, Alessandra Vaghi, Claudia Hersz, Gab Marcondes, Lu Briotto, Luiza Leite, Mark Philipp, Maya Inbar, Michelle Sommer, Rosane Carneiro, Tatiana Podlubny, Virna Teixeira, Wallace Masuko.

Concepção, projeto editorial e traduções: Thais Medeiros

Design gráfico: Icaro dos Santos

 

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